Uber começa a operar nesta sexta-feira 16/09 em Ribeirão Preto, SP

Os moradores de Ribeirão Preto (SP) passam a contar, a partir das 14h desta sexta-feira (15), com o serviço de transporte privado urbano da Uber.

A cidade é a 21ª do país a ter cobertura do aplicativo, cujo custo será composto, a princípio, pelos seguintes parâmetros: R$ 2 pela chamada; R$ 1,24 por quilômetro rodado e R$ 0,16 por minuto. A cobrança mínima por corrida será de R$ 6, confirmou a empresa norte-americana.

Os usuários contarão inicialmente somente com automóveis na versão UberX, opção mais compacta em relação à versão Black - dos sedans pretos -, que podem ser de qualquer cor e modelo, mas precisam ter sido fabricados a partir de 2009, além de ter quatro portas e ar-condicionado.

Ribeirão Preto foi escolhida, segundo a empresa, em função dos desafios de mobilidade enfrentados, pelo total de parceiros motoristas inscritos na plataforma - cujo número não foi informado - e pelo potencial tanto de utilização quanto de atuação profissional do serviço.

Para Letícia Mazon, porta-voz da empresa, conflitos ocorridos com taxistas em outras cidades, como São Paulo, foram isolados e não devem se repetir em Ribeirão. "A gente não pensa nisso como um confronto, até porque a gente aprecia a multimodalidade. A gente acha que é bom que tenha táxi, Uber, transporte público", afirma.

Como usar
O usuário deve baixar o aplicativo gratuito em seu smartphone e fazer um cadastro com dados pessoais e informações referentes a um cartão de crédito para cobrança.

O sistema, que busca o motorista mais próximo em relação ao ponto de partida, permite ao passageiro estimar o preço da corrida, acompanhar o trajeto pelo celular e, ao final, avaliar a qualidade do atendimento.

Para serem motoristas na versão UberX, os interessados devem possuir carros fabricados a partir de 2009, com quatro portas e ar-condicionado. Além disso, passam por pesquisa de antecedentes criminais e devem estar com documentação pessoal e do automóvel em dia.

O contrato prevê que os servidores determinem seus horários e áreas de cobertura e repassem 25% do ganho de cada corrida à empresa, além de manter um índice de aprovação de 92% junto aos passageiros para seguirem ativos na plataforma.

A companhia desenvolvedora do sistema, que caminha para um número estimado de 50 mil carros parceiros no país, confirma que opera legalmente no Brasil, dentro dos parâmetros da Política Nacional de Mobilidade Urbana, caracterizada como transporte individual privado, e que está disponível para discutir a regulamentação do serviço no município com as autoridades locais.

FONTE: G1

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